Quer saber até quando você vai viver? Vi isso no blog do Damasceno e achei bem interessante... Morrerei numa sexta-feira, dia 18 de novembro de 2078, aos 95 anos. E você? Clique aqui pra calcular. - Postado por: Cris às 09h49 [ ] [ envie esta mensagem ] "Meu calhambeque, bip bip, quero consertar meu calhambeque..." Eu já imaginava que ter carro dava trabalho, mas não achei que isso aconteceria tão cedo! Estou há menos de dois meses com meu Ford Katuaba (rs, apelido carinhoso dado pelo Rodolfo), e mesmo com uma revisãozinha básica feita pelo meu pai, ele já está com alguns probleminhas. Quando o comprei do meu primo, já sabia que teria que trocar os amortecedores em breve, e lembro disso sempre que passo pela maravilha que é o asfalto da Marginal Pinheiros. Até aí tudo bem, já fiz umas cotações e mês que vem eu troco. Há algum tempo venho tendo pequenos probleminhas com a relação chave-fechadura, tanto da porta, como da bomba de combustível e do porta-malas. Como é aquela chave codificada da Ford, às vezes parece que dá pau e não quer abrir... já fiquei umas 3 ou 4 vezes tentando abrir por fora e demoro um tempão pra conseguir. Mas ontem a coisa foi mais grave... eu e uma amiga ficamos trancadas dentro do carro! Imaginem que cena bizarra; fomos à festa do Prêmio de Mídia Estadão, no Tom Brasil Nações Unidas, e fui parar meu carro em um dos estacionamentos. Quando fui descer do carro, as portas (que estavam travadas) se negavam a abrir! Parecia coisa de filme de suspense sabe, que as portas travam sozinhas pro mocinho não conseguir descer e ser surpreendido pelo bandido (rs). Resultado, tive que dar a chave para o manobrista abrir pelo lado de fora, mas com essa pane demorou um pouquinho, mas logo ele conseguiu “nos libertar”. Lembrando da cena é até engraçado, mas é sério, qualquer dia vou estacionar o carro num lugar qualquer e não vou conseguir mais entrar ou sair dele. Preciso leva-lo urgente pra ver qual é o problema, vou ver se faço isso no final de semana. A próxima etapa, depois dos amortecedores, será trocar os auto-falantes, pois só tem um funcionando e está péssimo pra ouvir o rádio. Ai ai... essas coisas cansam minha beleza... hehe... mas está valendo à pena, pois já vou pra todo lado com meu Karrinho. Beijos, Cris - Postado por: Cris às 11h33 [ ] [ envie esta mensagem ] Feliz Dia dos Namorados !!
Eu não poderia deixar de postar aqui uma homenagem ao Dia dos Namorados e, especialmente, ao meu namorado que eu amo!! Ro, te amo!! Beijos, - Postado por: Cris às 14h42 [ ] [ envie esta mensagem ] Uma mente brilhante O filme é de 2001, mas só tive a oportunidade de assisti-lo no último domingo, 12/6. Há tempos estava ansiosa para vê-lo, afinal, já ouvi tantas boas críticas a respeito do filme que eu me sentia até um pouco “excluída” por não ter assistido ainda. É um dos filmes preferidos do meu namorado e foi ele quem mais me incentivou a assisti-lo. Ao iniciar o filme, o Rodolfo aproveitou para me contar um pouco mais sobre John Nash, o personagem principal. Como estudante de economia, ele o admira muito, assim como seu trabalho e, inclusive, teve aulas com uma “discípula” de Nash. É difícil traduzir em palavras os sentimentos que o filme despertou em mim. Foram muitas emoções diferentes, me fez chorar. Não que isso seja algo muito difícil, sou chorona por natureza. Mas, dessa vez, chorei por vários motivos: aflição, pena, surpresa, admiração e reconhecimento. Em primeiro lugar, é curioso como grandes gênios costumam não ser muito “normais”, não é? Nash tinha seus cacoetes, problemas de relacionamentos pessoais, uma auto-cobrança extrema e, claro, esquizofrenia – o maior dos seus males. Teve uma vida conturbada, sofreu física e psicologicamente por causa de sua loucura e só teve seu trabalho devidamente reconhecido em sua velhice (uns 50 anos depois de concluí-lo). Admiro sua genialidade para a matemática (que pode ser aplicada em vários campos como economia, ciências sociais e políticas), porém também me compadeço pelo preço que ele teve que pagar por isso. Acredito que existam alguns gênios como Nash em universidades espalhadas pelo mundo... O mais engraçado é que foi inevitável relacioná-lo ao meu namorado e sua dedicação aos estudos (claro que guardadas as devidas proporções, sem exageros, o Rodolfo é infinitamente mais “normal”). Deixando um pouco de lado o personagem, e falando do ator (Russel Crowe), me surpreendi com sua magnífica atuação. Para quem estava acostumado a vê-lo em épicos como Gladiador, onde ele banca o galã invencível, é admirável a maneira com que ele interpretou o matemático, levando em consideração o grau de dificuldade de representar um personagem tão problemático e, ao mesmo tempo, brilhante. Fiquei de queixo caído, e mais uma vez chorei. E pensar que, mais do que uma história real, é a história de alguém que ainda está vivo. Se alguém ainda não assistiu, recomendo que reserve um tempinho para assistir: “A beautiful mind”. Mais sobre o filme: http://www.omelete.com.br/cinema/artigos/base_para_news.asp?artigo=670 - Postado por: Cris às 09h35 [ ] [ envie esta mensagem ]
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